O própole (própolis) é um veneno!

Ernesto Ulrich Breyer, em sua obra Abelhas e Saúde, publicada pela Uniporto Gráfica e Editora Ltda, escreve sobre as precauções a se tomar com o própole. Diz ele:


“...achamos importante alertar os apicultores para que não se descuidem no contato direto com o própole. Para melhor manuseio da mesma, quando retirada das colmeias, deve-se usar luvas e evitar o contato direto do produto com a pele, porque há o perigo de graves intoxicações pelo pó do própole, que penetra no organismo através de poros da pele. Devido à variação dos diversos tipos de própole de região para região, existem entre estas sempre algumas bastante fortes e venenosas, e há o perigo de sérios danos para o organismo e pode inclusive ocasionar intoxicação. Quero falar de experiência própria: - passei duas semanas com uma intoxicação aguda e fui obrigado a um tratamento severo e bastante demorado. Ainda aconselhamos mais cuidado aos apicultores, quando retirarem própole de árvores e troncos, onde ela aparece mais abundantemente, tornando-se mais perigosa.”


E continua:


“Para os apicultores que às vezes sofrem de alergias causadas pelo contato direto com o própole, recomenda-se seguir os seguintes conselhos:


- Constatou-se que os sintomas da referida alergia apresentam-se através de manchas vermelhas nas mãos e no rosto, causando rachaduras na pele e forte prurido”. Etc.
Agora os nossos comentários.


Se o própole já intoxica e, portanto, é nociva a um simples contato com a pele, imagine o leitor quão danoso não será quando ingerido!


As próprias abelhas que lidam com ele não a ingerem. Na colmeia o própole é utilizado para fazer a entrada e a saída, vedar os orifícios impedindo a entrada da umidade, do ar frio e de inimigos (formigas, parasitas etc.) e imunizar contra micróbios. Também é utilizado para mumificar corpos de seres intrusos como camundongos, lagartixas, que depois de mortos pelas abelhas não podem ser arrastados para fora por serem muito pesados. As abelhas dão outras aplicações ao própole, mas não como alimento.


As abelhas produzem a cera, que é uma substância segregada pelas suas glândulas, mas não o própole. A matéria prima do própole é constituída por resinas retiradas pelas abelhas de árvores e de botões de flores, as quais serão depois enriquecidas com secreções glandulares, como enzimas.
Quanto às fortes reações antibióticas (anti = contra; bio = vida) do própole a explicação é curta: qualquer substância que destrua micróbios, germes, vírus etc, é igualmente venenosa para as células humanas.


No que concerne às doenças, não há grande diferença entre os venenos do própole e aqueles dos medicamentos quimioterápicos. Os efeitos são semelhantes: ambos conseguem REMEDIAR (daí o nome remédio) uma enfermidade, mas não curá-la de fato. Aparentemente pode-se curar um sintoma à custa de outros sérios prejuízos para outros órgãos ou estruturas do organismo.


O própole possui uma substância corrosiva. Quando deixada sobre o mármore da pia nota-se este efeito.


Segundo a Lei da Adaptação Malbionômica, quando o organismo não consegue neutralizar, eliminar ou destruir uma substância nociva ele se adapta a ela para poder sobreviver. É o caso, por exemplo, dos que fumam e também dos purgativos. Após a adaptação o organismo não acusa a nocividade.


Tanta gente que ingere coca-cola e não sente nada. Quantos ingerem açúcar diariamente e não sentem absolutamente nada. Mas um dia sérios problemas surgirão.


Um exemplo pessoal: influenciado por determinados autores eu chegava a ingerir pelo menos um dente de alho cru por dia e... nada sentia. Se repetir hoje passo mal!


Acontece que certas substâncias são ingeridas em doses mínimas ainda quando a pessoa é criança e na maioria das vezes misturadas com outras. Sugere-se que na dose de 650 mg/kg não existe a presença de efeitos tóxicos que possam comprometer a utilização do EEP (extrato etanólico de própole). Consideremos que seja uma substância 100% segura - totalmente inofensiva, e vamos tomar um copo de 300ml. Quem se arrisca??? Já com sucos e água não haveria qualquer problema.


Promulga-se, até orgulhosamente, que o própole tem propriedades biocidas, antibióticas (antimicrobiana). Biocida significa destruidor da vida. Substâncias nocivas do própole não selecionam o que atacar; assim, atacam também células saudáveis do corpo.


A seguir outras informações de pesquisadores:
Foi observado um efeito hipoglicêmico do própole quando administrada em ratos, sugerindo uma interferência deste produto sobre a via da á-glicosidase (MATSUI et al., 2004). Este mesmo efeito foi também observado em humanos portadores de diabetes tipo 2 (Murata et al., 2004). Alguns trabalhos têm indicado que o própole apresenta baixa toxidade, descrevendo inclusive suas doses toleráveis (CASTRO & HIGASHI, 1995; PARK et al.,1996; BURDOCK, 1998). Por ser coletada na região circunvizinha à colméia, diversos contaminantes podem ser acidentalmenteadicionados ao própole, tais como asfalto (MATSUNO, 1994), excessos de ferro, cobre, magnésio (DIAZ et al., 1997) ou mesmo chumbo (ALCICI, 1996).


Também temos, em nossos cursos, relatos de sérios distúrbios digestivos provocados pelo própole. Aqui vai um exemplo (texto enviado por e-mail):

 

 

Minha experiência com o uso da própolis

Angela Coelho B.
17 de junho de 2009.

Comecei a usar o própole com freqüência, isto é, todos os dias, há cerca de três anos. Todo dia de manhã dez (às vezes doze) gotinhas diluídas em dois dedos de água. Amigas me aconselharam: para prevenir gripes e resfriados, uma vez que o própole, então, era por todas, considerado um antibiótico natural.
Durante mais ou menos o mesmo tempo, eu vinha sentindo uns incômodos intestinais horrorosos. Parecia que havia uma “guerra” dentro da minha barriga. Uma barulheira interna que parecia que quem estivesse perto ia escutar. Isso foi me tirando a vontade de estar em grupo. Esse incômodo vinha junto com muitos gases e vontade de evacuar. Eu ia ao banheiro e... nada. Só mau cheiro e mal estar.
Como eu havia passado algum tempo sofrendo os incômodos da menopausa, achei que isso estava relacionado a essa mudança.
Fui a vários médicos, cheguei a pensar que estava com câncer. Fiz todos os exames relacionados. E nada. Eu achava que os exames não estavam revelando a verdade.
Até que, por fim, procurei um gastroenterologista. Descobri, através de um exame, que tenho intolerância à lactose. Cortei 99% dos derivados de leite. E comecei a tomar o remédio recomendado por ele, que reduziu os sintomas por um tempo, mas depois com o tempo, fui ficando com tonteiras e sensação de desmaio (efeitos do remédio – soube depois que li a bula).
E “a guerra” continuava.
Comecei a deixar de sair, perdi a vontade de viajar – porque os incômodos eram constrangedores. Eu estava ficando com depressão e com medo de dar vexame. Por isso comecei a ficar muito em casa.
Dessa forma e já sem saber o que comer ou deixar de comer para ver se a “guerra” acabava, procurei o curso de Alimentação Saudável do ORTOBIO. Depois de quatro encontros, pensei em desistir porque achei que não conseguiria seguir aquele modelo de alimentação.
Por sorte, não deixei o curso, pois na aula do dia 10 de junho, tive a informação de que o própole não deve ser consumida por nós. Cheguei em casa e joguei um frasco novinho de própole fora. Bem, agora percebo que foi assinado um tratado de paz no meu intestino – 99,9% dos problemas acabaram. A cada dia desta semana, que foi passando, fui me sentindo outra pessoa. São, até aqui, sete dias em que estou saboreando uma nova sensação de vida saudável.
Parece que a minha vida voltou ao normal.
Voltei a ficar com vontade de sair e de viajar.

Finalizo por aqui e fique à vontade, caro leitor, para tirar suas conclusões. Caso queira debater o assunto, favor entrar em contato com o Instituto OrtoBio.

Abraços.
Fiorentin*

A.Fiorentin ministra o curso Alimente-se com sabedoria pela Nutrição Superior.