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Sobre Biodanza

•  Estou na BIODANZA há um ano e minhas mudanças foram sutis, porém, transformadoras. Minha autoestíma era baixa, não via saída para minha vida, não me posicionava, me sentia culpada por tudo e responsável por todos, pouco sorria ou tinha amigos... Hoje, me sinto forte e fico feliz com as minhas descobertas do dia a dia; estou confiante; fiz muitas mudanças (voltei a estudar ..) e estou enveredando por um novo caminho. Tenho planos para o futuro; aprendi que tudo é ensinamento e não castigo; amigos... nossa, tenho muitos agora.. Ainda me encontro em um grande processo de aprendizagem. Meu maior ganho? Foi perceber que quanto mais me abro para a vida, mais  a vida se abre para mim e me sorri. Então venha você também experimentar esta dança da vida. Gratidão! Miriam Lúcia Cupello.

•  Comparo minha experiência de biodanza com o filme 'Albergue espanhol'. Na trama, um estudante universitário francês, bastante cartesiano por sinal, sai de seu país para a Espanha a fim de participar de um programa de intercâmbio. Convivendo com pessoas de nacionalidade e estilo de vida distintos, incorpora novos repertórios e se flexibiliza como a água. No meu caso, participei de dois programas de intercâmbio nos EUA. Minha última experiência, de extrema liberdade na Califórnia, foi a extensão máxima do meu processo terapêutico iniciado com a biodanza. Ter vivências músico-motoras com pessoas inicialmente desconhecidas e com histórico e estilo de vida dos mais variados foi uma preparação e um exercício de cidadania para a minha viagem. Num primeiro momento, trocar olhares e dar as mãos àquelas pessoas é como estar num país estrangeiro, numa torre de Babel em que só eu falo uma língua diferente e não me entendo. Mas, no suor da vida e no calor de irmãos que me deram as boas-vindas, fui-me conhecendo através deles e delas e encontrando um ritmo comum, uma sintonia.

Quem será Xavier ao regressar para a França? Quem será Gabriel ao regressar para o Brasil? É possível que ele tenha procurado um grupo de biodanza, assim como eu, que retomei minha jornada de autoconhecimento com o grupo do Ortobio, um grupo onde todxs nos tornamos iniciantes da vida e crescemos juntxs, com muita amizade, companheirismo, respeito, afeto e confiança. Sempre nessa vida solta, fazendo a gente se chegar ao encontro natural, muito bom de se ficar. Falamos todxs biodancês. GABRIEL MATOS.

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